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Programação

O I Congresso Brasileiro de Bioacústica será nos dias 13, 14 e 15 de dezembro de 2021.


Durante o congresso também ocorrerá a primeira assembleia da Sociedade Brasileira de Bioacústica.


Fique de olho nos prazos mais importantes!


Inscrições: 8 de outubro a 12 de dezembro


Envio de trabalhos: 8 de outubro a 12 de novembro


Veja aqui os resumos enviados para o I Congresso Brasileiro de Bioacústica.

Horário

13 - Segunda

14 - Terça

15 - Quarta

09:00 - 10:00

Palestra

Bioacústica na Psicologia

Patrícia Monticelli (USP)  

10:00 - 11:00

Sessão de posts

Sessão de posts

Sessão de posts

11:00 - 12:00

12:00 - 14:00

Intervalo

14:00 - 15:00

Palestra de Abertura

Fourier, espectro e harmônicos

José Augusto Mannis (UNICAMP)  

Palestra

Um bê-a-bá do monitoramento da biodiversidade através da bioacústica

 Larissa S. M. Sugai

(Universidad Autônoma de Madrid)

15:00 - 16:00

16:00 - 16:30

Intervalo

16:30 - 17:30

Sessão movida para 14/12 às 09:00

17:30 - 18:30

Assembleia SBBa

Homenagem à Claude Chappuis

19:00 - 20:00

Encerramento artístico

ECOSonoridades por DJ Semilla

Palestras

13/12 - 11:00

Bioacústica e morcegos no Brasil: panorama e perspectiva

Enrico Bernard (UFPE)

Currículo lattes: http://lattes.cnpq.br/9700792111588336

 

O uso da bioacústica para estudos em morcegos cresceu muito no Brasil em 20 anos, de inventários a modelagem de ocorrência, de identificação de espécies crípticas a estudos de impacto ambiental. Mas ainda há problemas de formação de recursos humanos e de mau uso da tecnologia.

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13/12 - 14:00

Fourier, Espectro e harmônicos

José Augusto Mannis (UNICAMP)

Currículo lattes: http://lattes.cnpq.br/6940068973325101

 

Desambiguação entre conceitos de altura de sons percebidos e frequência de onda sonora. Altura diz respeito à qualidade de uma sensação percebida enquanto que frequência é uma grandeza relacionada a fenômenos físicos.

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Bioacústica na Psicologia

Patrícia Monticelli (USP)

Currículo lattes: http://lattes.cnpq.br/5074330508073153

 

A comunicação é um comportamento e, como tal, tem processos mentais subjacentes; na etologia, constituem causas imediatas do comportamento: são mecanismos preparados ao longo do processo de evolução e fenótipos em interação com o ambiente físico e social de desenvolvimento.

14/12 - 09:00
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Mecanismos neurais de aprendizagem vocal em aves e paralelos com a aquisição de linguagem

Amanda Monte (Max Planck Institute for Ornithology)

Currículo lattes: http://lattes.cnpq.br/6728032216001770

 

A habilidade de aprender a produzir novos sons não é uma exclusividade humana, mas de alguns poucos mamíferos e aves que a evoluíram independentemente com a convergente evolução de especializações neurais as quais abordarei na palestra do EBB.

14/12 - 11:00
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O silêncio da Natureza: como a poluição sonora afeta a comunicação dos animais

Marina Duarte (PUC/MG)

Currículo lattes: http://lattes.cnpq.br/9003104981822511

 

A poluição sonora é um impacto que cresce com a urbanização e a devastação de áreas naturais causando diversos danos ecológicos, comportamentais e fisiológicos nos animais. Esta palestra irá abordar os efeitos do ruído na natureza e as possibilidades de controle e mitigação.

14/12 - 14:00
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Monitoramento acústico passivo em ambientes aquáticos: Passos para o estabelecimento de um protocolo de investigação bioacústica para monitorar cetáceos sob ameaça

Artur Andriolo (UFJF)

Currículo lattes: http://lattes.cnpq.br/5917373551645478

 

Veremos a investigação, através do uso da bioacústica, dos impactos provocados nos cetáceos pelo rompimento da Barragem de Fundão, MG e os possíveis impactos das atividades sísmicas envolvidas com a exploração de petróleo e gás.

14/12 - 17:30
15/12 - 11:00

Diversidade, produção e emissão dos sinais acústicos em grilos (Orthoptera, Grylloidea)

Edison Zefa (UFPEL)

Currículo lattes: http://lattes.cnpq.br/7398906470318595

 

A palestra abordará a origem evolutiva dos grilos relacionada aos processos de produção dos sinais acústicos, com apresentação do repertório acústico dos grilos incluindo estratégias de emissão do som de chamado, bem como os sinais emitidos durante a corte, cópula e agressividade.

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15/12 - 14:00

Um bê-a-bá do Monitoramento da biodiversidade através da Bioacústica

Larissa Sayuri Moreira Sugai (Universidad Autônoma de Madrid)

Currículo lattes: http://lattes.cnpq.br/9110293696881087

 

Apresentarei um panorama sobre o monitoramento acústico da biodiversidade em ambientes terrestres.

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15/12 - 17:30

Do fundamental aos harmônicos: ainda há o que estudar sobre a comunicação acústica dos anfíbios no Brasil?

Felipe Toledo (UNICAMP)

Currículo lattes: http://lattes.cnpq.br/7548286300603675

 

Com base nos estudos recentes do nosso laboratório irei apontar assuntos que são bastante interessantes para se estudar no âmbito da bioacústica de anfíbios brasileiros, mas que ainda foram pouco explorados.

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Simpósios

I - Mulheres na bioacústica: Desafios e realizações

Coordenação: Renata Sousa-Lima (UFRN), Patrícia Monticelli (USP/RP), Marina Duarte (PUC/MG), Maria Luisa da Silva (UFPA) e Jaroslava Varella Valentova  (USP)

 

Nesse simpósio inédito em um congresso científico da área de Bioacústica  teremos a oportunidade de apresentar a trajetória de cinco mulheres pioneiras que fizeram do universo sonoro mais que uma carreira, um estilo de vida. São exemplos dentre muitas cientistas que sabem que podem escolher livremente a profissão que quiserem. Esperamos ampla participação do público em geral, pois a luta que começou a séculos continua!

13/12 - 15:00

Apresentações

Renata Sousa-Lima (UFRN)

A caminhada ainda não acabou mas vou contar os desafios que mais me desaceleraram e as realizações e contribuições que mais me impulsionaram na pesquisa em bioacústica durante minha vida acadêmica, enfatizando como a contribuição feminina é significativa no Brasil e como ainda temos que nos policiar para nos apoiarmos, umas as outras, nessa caminhada que não acaba em mim, nem em vocês, mulheres e homens na bioacústica.

Dos assobios de porquinhos até aqui

Patrícia Monticelli (USP/RP)

Espero compartilhar com a nova comunidade bioacústica brasileira os desafios e as delicias que acompanharam minha trajetória de estudante de iniciação cientifica, estudo assobios de porquinhos-da-india, à professora de Etologia na USP em Ribeirão Preto.

Marina Duarte (PUC/MG)

De menina sonhadora do interior de Minas Gerais à bióloga, cientista e professora da PUC Minas. Neste simpósio apresentarei os pontos mais importantes e as dificuldades que marcaram minha trajetória profissional até o momento sendo mãe solo desde a gravidez do Arthur.

Maria Luisa da Silva (UFPA)

Na minha trajetória houveram dificuldades que toda latina, periférica e de família de operários sem nenhum contato acadêmico enfrenta. Vontade, trabalho árduo, determinação e um pouquinho de sorte de estar na hora certa e no lugar certo acabaram por definir meu destino científico. Mostrarei dados objetivos para fundamentar o que todas nós já sentimos desde sempre na pele: precisamos de igualdade de gênero.

Desafio da pesquisa de voz humana 

Jaroslava Varella Valentova (USP)

Apresentarei a minha trajetória como pesquisadora da Europa Leste, estudando a produção e percepção  da voz humana. Não é sempre fácil ganhar uma voz, as vezes por pertencer a um grupo específico. por isso estou contente em poder ouvir vocês e discutir os desafios nesta área. 

II - Mistérios e revelações do uso do playback

Participantes: Shaka Furtado (UFJF), Rodrigo Lingnau (UFTPR) e Wagner Nogueira (WIKIAVES)

Coordenação: Maria Luisa da Silva (UFPA)

 

Resumo geral: Experimentos de playback consistem na reprodução de um sinal sonoro para posterior avaliação da resposta do animal testado. É uma ferramenta poderosa e não invasiva para avaliações eto-ecológicas.

14/12 - 15:00

Apresentações

Os sapos em frente ao playback

Rodrigo Lingnau (UFTPR)

À medida que o conhecimento básico sobre as vocalizações de anuros aqui no Brasil avança, aumentam também as pesquisas com playback nesse fantástico grupo animal. Nesse simpósio estaremos apresentando alguns avanços recentes nas pesquisas com playback em anfíbios no Brasil.

O playback em aves: uso e recomendações

Wagner Nogueira (WIKIAVES)

O playback é uma técnica com diversas aplicações na ornitologia, como a realização de inventários e monitoramentos, estudos de ecologia ou investigações taxonômicas. Entretanto, há uma série de questões que precisam ser analisadas para um delineamento adequado de seu uso.

O uso de playback em estudos de peixes

Shaka Furtado (UFJF)

Você sabia que o playback é uma importante ferramenta para o estudo de peixes? Porém, seu uso em ambientes aquáticos, tanto em laboratório quanto em campo, é desafiador. Avanços na tecnologia e o desenvolvimento de protocolos adequados têm ajudado na aplicação dessa técnica.

III - Complexidade na bioacústica

Participantes: Sérgio Henrique Vannucchi Leme de Mattos (UFSCar) e Moise Leance Sagbohan (UFPA)

Coordenação: José Roberto Castilho Piqueira (USP)

 

O estudo de Sistemas complexos são adequados para aplicação em análises de sistemas biológicos em função de suas características inerentes multimodais e altamente imprevisíveis. A multiplicidade das interações sociais e ambientais são fatores que adicionam a necessidade de uma abordagem matemática adequada para entender os sistemas biológicos.

14/12 - 16:30

Apresentações

Paisagens sonoras: o entrelaçamento de duas Ecologias

Sérgio Henrique V. Leme de Mattos (UFSCar)

Na apresentação serão mostrados exemplos do uso das medidas de variabilidade e de complexidade baseadas na entropia informacional aplicadas à avaliação de diferentes paisagens e séries temporais, bem como sugestões de seu uso em paisagens acústicas.

Acoustic data discrimination using Principal Component Analysis (PCA)

Moise Leance Sagbohan (UFPA)

Investigamos diferenças e semelhanças entre 87 vocalizações da Corruíra Troglodytes musculus registradas em duas áreas urbanas cuja uma é perturbada quanto aos ruídos antrópicos e delineamos quais índices de paisagens ecológicas sonoras descrevem melhor as variações encontradas.

Medidas de complexidade

José Roberto Castilho Piqueira (USP)

As medidas de complexidade LMC (López-Ruiz, Mancini e Calbet) e SDL (Shiner, Davison, and Landsberg) serão apresentadas e seus métodos de cálculo, discutidos.

IV - Bioacústica aplicada: como medir a influência do ruído antropogênico em aves?

Participantes: Cassio Rachid (UFBA), Ingrid Maria Denobile da Rocha (UFPB)

Coordenação: Carlos Barros de Araújo (UNILA/IBS)

 

No simpósio serão abordadas algumas metodologias para a medição do ruído, bem como formas de avaliar como esse ruído afeta as aves.

15/12 - 15:00

Apresentações

Como quantificar a degradação acústica?

Cassio Rachid (UFBA)

Na avaliação do impacto do ruído uma das primeiras tarefas é caracterizar o ruído presente no ambiente. Sendo assim, como fazer essa caracterização? Nessa apresentação, vamos falar sobre algumas alguns problemas e soluções que podem aparecer nesse percurso.

Impacto do ruído antrópico na diversidade de aves

Ingrid Maria Denobile da Rocha (UFPB)

Enquanto o ruído torna-se onipresente, ele pode estar filtrando as espécies que usam frequências semelhantes. Vamos mostrar que o ruído pode atuar como um filtro ambiental, modificando a composição de espécies e afetando a diversidade taxonômica e filogenética de aves.

O Ruído no espaço

Carlos Barros de Araújo (UNILA/IBS)

Se por um lado é importante compreender os efeitos e mecanismos pelos quais o ruído afeta as aves, por outro, é fundamental que avaliemos sua extensão espacial. Nessa apresentação apresentamos análises que permitem uma avaliação espacial do ruído. 

V - Redes ecológicas e sociais em bioacústica

Participantes: Bianca Romeu (UFSC), Luiza Ferreira (USP) e Luiza Relvas (USP)

Coordenação: Tomás Honaiser Rostirolla (USP)

 

Estudos de comportamento animal e ecologia têm muito a ganhar com ferramentas da bioacústica. Este simpósio explora como a análise de redes contribui para o entendimento de relações ecológicas em comunidades animais, bem como redes sociais dentro de populações.

15/12 - 16:30

Apresentações

Comunicação acústica e relações sociais em populações de cetáceos

Bianca Romeu (UFSC)

A comunicação acústica está diretamente relacionada e tem grande importância nas relações sociais que estruturam algumas populações de cetáceos. Exemplos disso são as chamadas das orcas, codas dos cachalotes e os assobios dos golfinhos, que refletem diferentes níveis sociais.

Redes sociais como ferramentas no estudo de sequencias e interações vocais em primatas

Luiza Ferreira (USP) e Luiza Relvas (USP)

A análise de redes sociais é usada para entender o padrão de associação entre indivíduos e caracterizar a estrutura social a partir de uma determinada interação social. Traremos alguns estudos que utilizam essa ferramenta no estudo de sequencias e interações vocais em primatas.

O que análises de rede podem revelar sobre comunidades acústicas?

Tomás Honaiser Rostirolla (USP)

A comunicação sonora é um importante meio de compartilhamento de informações pelos animais. Exploraremos nesta apresentação como a análise de redes ecológicas e sociais podem revelar padrões e dinâmicas comportamentais dentro de populações e comunidades acústicas.

Atualizações

13/12/2021 - Disponibilização dos resumos de trabalhos no site. Palestra "Bioacústica na Psicologia" mudada para a manhã do dia 14/12.

12/12/2021 - Resumos das apresentações em simpósios incluídos no site.

11/12/2021 - Palestras e simpósios com resumos completos e links para as sessões.

10/12/2021 - Resumos dos trabalhos incluídos no site.

04/12/2021 - Divulgação dos resumos de palestras.

14/10/2021 - Incluído mais um espaço de palestras nas manhãs dos 3 dias do I CBB 2021.

Em breve traremos mais informações sobre nossas/os palestrantes e simposistas.